O Malabarismo e a Neurociência

O Malabarismo e a Neurociência

É interessante conhecer e entender como o nosso cérebro responde as nossas movimentações corporais.

Malabarismo e a NeurociênciaDesde que comecei a jogar malabares percebi que me ajudou bastante na atenção e concentração, além de outros benefícios que a ciência explica. Depois de 17 anos aprendendo e performando como malabarista, resolvi estudar sobre o Malabarismo e a Neurociência. Afinal de contas muitas pessoas dizem sobre vários benefícios do malabarismo, mas o que realmente foi comprovado?

Em pesquisa realizada pela Universidade de Regensburg na Alemanha e publicada pela revista Nature em 2004, foi concluído que após 3 meses de prática a massa cinzenta se expandiu na região médio-temporal (sentidos e memória) e no sulco intraparietal esquerdo (coordenação motora e atenção visual). Através de ressonância magnética foi evidenciado um aumento de 3 a 4%. Após 3 meses sem fazer malabarismo, expansões foram reduzidas de 1 a 2%.

“O cérebro é um músculo, precisamos exercitá-lo”, diz o Dr Arne May, professor assistente de neurologia da Universidade de Resenburg, Alemanha.

Ou seja, assim como outras atividades cognitivas, o que se constata é que praticar atividades motoras tem igualmente impacto importante no desenvolvimento de certas estruturas cerebrais. No caso do malabarismo, se destacam as melhoras da coordenação motora, memória e atenção visual. Além disso, por ser uma atividade lúdica e divertida, tem impactos na melhora do humor e do bem-estar.

Então vamos praticar malabarismo?


REFERÊNCIAS
Draganski B, Gaser C, Busch V, Schuierer G, Bogdahn U, et al. (2004) Changes in grey matter
induced by training. Neuroplasticity: Nature 427(6972): 311–312.


Por Patrícia Kono, colaboradora da NeuroConecte
Para aulas acesse pelo Instagram: @malabarismoparatodxs

Filósofo Jordan Shapiro defende que crianças usem celular e rede social a partir de 6 anos

Filósofo Jordan Shapiro defende que crianças usem celular e rede social a partir de 6 anos

Autor de ‘The New Childhood’ vai contra a maré e afirma que é mais fácil moldar os hábitos digitais de uma pessoa nessa idade

Conforme publicado no jornal O Globo do último dia 15, Crianças devem ficar íntimas da tecnologia o quanto antes. A afirmação é do filósofo americano Jordan Shapiro, de 42 anos, autor de “The new childhood: raising kids to thrive in a connected world” (“A nova infância: criando filhos para prosperar em um mundo conectado”, em tradução livre). Shapiro, que foi colunista de Educação da revista “Forbes” entre 2012 e 2017, defende que meninos e meninas a partir dos seis e no máximo até oito anos devem ter seu próprio celular e conta ativa em redes sociais, pois assim é mais fácil moldar hábitos digitais saudáveis.

O autor, que critica a visão de boa parte de pediatras e educadores, que consideram a exposição às telas um complicador para o desenvolvimento infantil, conversou com O GLOBO durante a Cúpula para Inovação na Educação (Wise, na sigla em inglês).

O senhor afirma que pais devem estimular seus filhos a explorar a tecnologia desde cedo…

Sim. Eles devem usar junto com seus filhos. Nos EUA, a idade média que as pessoas começam a usar um smartphone é 12 anos. Isso não faz sentido. Deve ser muito mais cedo. Algo como seis a oito.

Por que?

Por que você daria um smartphone pela primeira vez a alguém que está entrando na puberdade? Os hormônios estão gritando. O adolescente está obcecado por imagens do corpo, sexo, status, quem é o mais descolado da turma. Esse é o tempo de se começar a construir sua rede social? Tenho filhos de 12 e 14 anos. Nessa idade, sobre tudo o que eu falo, eles têm certeza de que sabem mais. E isso é normal. Mas, para eles, não tenho qualquer habilidade para corrigi-los, para ajudá-los. Ou seja, não tenho influência em como eles usam os celulares.

E qual a diferença para crianças menores?

Elas querem ser iguais aos pais. Se digo, não jogue esse game porque é estúpido, elas vão acatar. Agora, já adolescentes, eles mandam eu me calar. Você tem que construir esses hábitos desde criança. É muito mais fácil mudar a cabeça de uma criança.

O senhor não vê problema algum na exposição das crianças às telas?

Todas as pesquisas sérias, desde a invenção da TV, mostram que a exposição às telas por si só não causa danos. Médicos tentaram provar que havia (algum tipo de problema) e não conseguiram. A recomendação da OMS para não se dar telas para crianças antes dos dois anos não é porque o tempo na frente da delas é perigoso, e sim porque o mais importante nesta idade é o contato olho no olho, interações entre crianças e adultos, falar com a criança. Isso, de fato, é muito, muito, muito importante para as crianças. E há o medo de que, com o acesso às telas, os pais diminuam o tempo de contato com a criança. Mas a recomendação também assusta, faz com que pais deixem, por exemplo, de colocar um vídeo para a criança ver enquanto ela toma banho. Ora, ela não terá danos cerebrais se assistir a um vídeo por 15 minutos. O que ela não pode é ficar oito horas sem interação com alguém.

O que é esta ‘nova infância’?

Crianças passam hoje muito mais tempo em espaços digitais. Eu cresci com os primeiros videogames, mas aquilo era uma pequena parte da minha vida. Agora, o digital é uma parte enorme das nossas vidas. Estatísticas mostram que crianças já estão passando o mesmo tempo nos celulares em comparação com o que faziam em frente à TV…

E essa é uma boa mudança?

É fato. É um desperdício de energia discutir se é bom ou ruim. A questão agora é saber como poderemos preparar as crianças para lidar melhor com essa realidade. Não vamos nos livrar dos smartphones. Talvez até seja um erro, talvez seja terrível viver num mundo conectado. Mas o gênio está fora da lâmpada. Não dá mais para voltar atrás.

E o que pais e educadores devem fazer?

Parar de perguntar se isso é bom ou não e passar a pesquisar o que importa: há formas melhores de se usar as telas? Qual o impacto do desenvolvimento com o YouTube ou videogames? Há pessoas preocupadas com isso, mas não o suficiente. Passamos décadas estudando os benefícios de se brincar em playgrounds. Mas não passamos o mesmo tempo investigando o espaço digital.

Qual a base do currículo de alfabetização digital que o senhor elaborou?

Pensamos em alfabetização digital como a capacidade de se operar ferramentas. Mas isso é estreito. Alfabetização é você saber refletir sobre a tecnologia que usa, extrair sentido e entendê-la. Quando desenvolvi esse currículo, levei em conta o que as pessoas precisam pensar sobre as ferramentas com as quais elas vão viver. Não apenas em questões de privacidade e bullying digital, o que também é importante. Mas sim pensar se elas estão aptas a viver suas vidas de forma livre e com independência usando ferramentas digitais.

Entender o que são essas ferramentas. Pode dar um exemplo?

Como os algoritmos moldam seus resultados de busca é um exemplo perfeito do que se deve aprender com os pais. Exatamente como pais explicam o que é um comercial de TV, que ali está se vendendo um produto. Ensinar que não é porque você googlou ‘qual é o melhor restaurante’ que o resultado é a resposta real.

Contra a maioria dos especialistas que condena o uso dos smartphones na infância, o filósofo Jordan Shapiro defende que as crianças devem aprender a usar o celular e as redes sociais desde cedo, considerando que entre 6 e 8 anos é uma idade adequada para que aprendam como lidar com o mundo digital, desenvolvendo critérios e habilidades que poderão protege-los e levar a um uso mais adequado quando forem adolescentes. Mas ressalta que isso somente acontecerá se houver um direto acompanhamento e orientação dos pais para a formação de uma visão crítica do mundo digital. E também se o uso for por tempo adequado e não comprometer outras atividades essenciais.

Vale a pena avaliar seu ponto de vista.

Leia mais em https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/filosofo-defende-que-criancas-usem-celular-rede-social-partir-de-6-anos-24171963

FONTE: Jornal O Globo do dia 05/1/2020

Bem-estar do professor atinge cerca de 80% do aluno

Bem-estar do professor atinge cerca de 80% do aluno

Neuropsicóloga ressalta que o setor de educação precisa incluir a saúde mental em suas pautas. E educadora fala da importância de exercer a empatia para lidar com crises e retomar equilíbrio

Não dá para falar de saúde mental no futuro sem discutir o presente, como bem aponta a educadora e diretora da Camino School, Leticia Lyle. Em painel no terceiro dia da Bett Brasil, a professora discorreu sobre a atual situação dos estudantes, famílias e profissionais da educação ao lado da também educadora, neuropsicóloga e diretora da NeuroConecte, Adriana Fóz.

Leticia enfatizou que a sociedade ainda vive o “pêndulo da pandemia”. Perante o retorno do convívio físico e presencial, é notável a diferença nas relações. No cenário escolar, isso parece se intensificar para todos os lados. “A escola está incendiária, são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo”, frisa.

Adriana Fóz destacou que saúde e educação caminham juntas.

“A mente não está só no cérebro, mas em todo ser integral”, diz a neuropsicóloga.

Para ela, a formação do professor continua sendo o principal ponto para alcançar metas em relação ao bem-estar do todo. “O bem-estar do professor atinge cerca de 80% do aluno”, disse.

Em aspectos gerais, a profissional também abordou meios da saúde mental ser promovida pela instituição em completo: para o educador existe a capacidade de, por meio de acompanhamento, perceber, identificar e manejar a respeito do psicológico de uma turma; A saúde mental deve ser tema recorrente no diálogo entre os profissionais, pais e alunos; Profissionais devem se manter informados para garantir prevenções de quadros mais graves.

Da esq. para a dir.: Adriana Fóz e Leticia Lyle

Leticia colocou que o momento atual é sentido por todos. Enquanto os estudantes estão ansiosos em relação ao aprendizado e relações, os pais se encontram esgotados após o período mais grave do isolamento social. Dentro das instituições, professores também sentem a exaustão na pele. Para o corpo docente, o sentimento é um padrão. Uma vez que estão sempre na linha de frente para lidar com os estudantes, através ou fora das telas.

Para Lyle, a saúde mental do futuro significa retomar um equilíbrio e, para isso, é fundamental que a empatia seja realmente exercida.

“Devemos trabalhar metodologias ativas com os estudantes para entendermos a necessidade de cada um. Com a família, existe uma necessidade de manter o diálogo, avisar o que está acontecendo e mostrar que a escola está atenta. Quanto aos professores, é de extrema importância um local de escuta, ter empatia e mostrar que eles estão em comunidade”, pontuou.

A educadora evidencia que em grupos separados não há trocas ou relações construtivas. “Não há uma única solução, é sobre sentir cada um e cada situação.”

Adriana acrescentou que atualmente não há mais segurança do amanhã. “Vivemos em um mundo que muda o tempo todo.” De acordo com Fóz, os aprendizados vindouros de grandes crises precisam ser validados.

 

 

 

 


2º Curso – Primeira Infância Primeiro – jornalismo & eleições

2º Curso – Primeira Infância Primeiro – jornalismo & eleições

Curso voltado a jornalistas – tem objetivo de provocar discussões sobre a importância da Primeira Infância na gestão pública e estimular o debate sobre as eleições 2022 no Brasil.

Promovido pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, o segundo curso Primeira Infância Primeiro – Jornalismo & Eleições, conta com apoio de Abraji- Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, Associação de Jornalismo Digital – Ajor e Jeduca: Associação de Jornalistas de Educação.
Inscrições abertas – até 10 de setembro!

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O Potencial da atividade física para a Saúde e Cognição

O Potencial da atividade física para a Saúde e Cognição

Acabamos de desejar a muitas pessoas um “Feliz Ano Novo”. Alguns apostaram no prêmio aumentado da loteria para buscar um ano mais feliz, com uma possibilidade (minúscula, temos que dizer) de ganhar uma boa soma de dinheiro. Mas, do que depende nossa felicidade?

Pesquisas têm mostrado que o bem-estar e mesmo a felicidade dependem muito menos das circunstâncias e muito mais de atitudes, habilidades e comportamentos (Tkach & Lyubomirsky, 2006). Ou seja, ser feliz está muito mais relacionado com o modo como lidamos com a vida e com certos recursos internos para lidar com ela do que com os acontecimentos em si.

Essa parece ser uma afirmação simples, mas não significa que seja fácil, uma vez que se trata de questões subjetivas construídas ao longo da vida e de mudanças de comportamentos e hábitos arraigados. Mas o fato é que, em certa medida, pode ser um alento saber que mudar algumas pequenas coisas no cotiano pode ter um impacto importante em nossa qualidade de vida e no quanto nos sentimos felizes. E hoje falaremos sobre o potencial da atividade física.

Todos nós temos ouvido há muito tempo que os exercícios físicos são extremamente benéficos para a saúde física. Nisso não há novidade e muitas vezes buscamos incluí-los na nossa rotina pensando em manter o sistema cardiovascular em ordem, perder peso ou fortalecer os músculos para evitar problemas ósseos.

No entanto, nos últimos anos tem havido um crescente interesse das áreas de saúde mental nos benefícios da atividade física para a saúde e bem-estar emocional e psicológico. Uma revisão sistemática (pesquisa que levanta estudos sobre o tema no mundo todo) concluiu que exercícios físicos são recursos valiosos para a promoção da saúde mental e para a redução do risco de desenvolver depressão (Mammen & Falkner, 2013).

A atividade física melhora o humor e diminui o estresse, o que pode aumentar a percepção de bem-estar. Também pode favorecer o contato com a natureza, se é praticada ao ar livre, e aumenta a socialização (por enquanto com distanciamento e uso de máscaras), o que também traz impactos positivos.

É um conhecimento relevante quando se considera que os transtornos mentais acometem em torno de 14% da população mundial. Entre eles, a depressão, um dos transtornos mentais mais prevalentes que, por sua vez, está relacionada à piora da saúde de um modo geral (Hamer et al., 2012) e ao comprometimento da qualidade de vida.

Desse modo, é animador saber que os exercícios físicos são fatores de proteção para a saúde mental, contribuindo para a melhora do humor diário e bem-estar psicológico, já que se pode pensar em uma gama enorme de práticas que os tornam acessíveis e atraentes a praticamente qualquer pessoa.

Além disso, estudos com crianças entre 5 e 18 anos evidenciaram a relação entre atividade física e a melhora do desempenho acadêmico e de habilidades cognitivas, como concentração, memória e inibição de impulsos. E melhores capacidades cognitivas também são fatores de proteção para a saúde mental, o que potencializa a importância da atividade física em todas as idades, especialmente na infância e adolescência.

No último ano, potencializado pelas circunstâncias impostas pela pandemia, se estima que tenha havido um aumento da incidência de transtornos mentais entre a população em geral. A permanência em casa gerou para muitos uma diminuição da atividade física e destacamos aqui o impacto preocupante para crianças e adolescentes.

Assim, este é um bom momento para pensarmos seriamente em como incorporar a prática da atividade física em nossa rotina, de nossos filhos e alunos. Com calma, comece pensando em algo que você goste e que seja relativamente fácil e acessível. Não tenha medo de experimentar uma modalidade e depois mudar. Proponha o mesmo para as crianças e adolescentes.

A saúde do corpo e da mente agradecem!

Referências

Esteban-Cornejo, Irene, et al. “Physical activity and cognition in adolescents: A systematic review.” Journal of Science and Medicine in Sport 18 (2015): 534-539.

Mammen G, Faulkner G. Physical activity and the prevention of depression: a systematic review of prospective studies. Am J Prev Med. 2013;45(5):649–657.

Hamer, Mark, Romano Endrighi, and Lydia Poole. “Physical activity, stress reduction, and mood: insight into immunological mechanisms.” Psychoneuroimmunology. Humana Press, Totowa, NJ, 2012. 89-102.

Tkach, Chris, and Sonja Lyubomirsky. “How do people pursue happiness?: Relating personality, happiness-increasing strategies, and well-being.” Journal of happiness studies 7.2 (2006): 183-225.


Por Alcione Marques
Diretora da NeuroConecte
Mestre em Ciências pela UNIFESP, pedagoga, psicopedagoga Clínica e Escolar
com aprimoramento em Reabilitação Cognitiva.

 

 

Palestra Gratuita de Mindfulness – Dezembro

Palestra Gratuita de Mindfulness – Dezembro

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O ser humano consegue manter o foco em uma atividade por um tempo limitado, que varia de acordo com a idade. Mas o fato é que frequentemente nos distraímos e nossa atenção não está voltada para o que está acontecendo no aqui e agora, o que empobrece nossa experiência. Um estudo de Harvard, realizado em 2010, aponta que, de todo o tempo que permanecemos acordados, quase a metade dele (47%) é gasto com as distrações

E como conseguir transformar essa dispersão? 

Mindfulness (ou Atenção Plena) é a condição de estar atento e mais consciente dos pensamentos, sentimentos e sensações corporais no momento em que as experiências ocorrem, sem reagir de forma automática ou habitual.
O mindfulness, consiste em prestar atenção ativamente a tudo que surgir interna ou externamente. Nos permite aceitar a experiência ao invés de reagir a ela. Isso alivia nossa carga consideravelmente.
Nesta palestra gratuita mindfulness, Luiza Hiromi Tanaka apresentará as bases do Mindfulness e evidências científicas de seus benefícios como:
  • redução do estresse e impactos positivos na saúde física e mental
  • aumento da capacidade de concentração
  • melhora da percepção, foco e criatividade
  • aprimoramento da escuta empática
  • aumento da habilidade de autorregulação das emoções e dos pensamentos

Conheça melhor o Mindfulness e como incorporá-lo no dia-a-dia, conhecendo uma nova possibilidade para lidar melhor com pressões e situações desafiadoras.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]

Informações

Dia 17/12/2020
Horário: 19h30 às 21h00
OBS. Utilize o Formulário de Cadastro a seguir para receber todos detalhes da transmissão.

Luiza Hiromi Tanaka

Doutora em Enfermagem pela USP. Professora afiliada do Departamento de Administração e Saúde Coletiva da UNIFESP. Professora orientadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da EPE/UNIFESP. Instrutora Senior do Programa Mindfulness para Saúde e Estresse, formada pelo Respira vida – Espanha e Breathworks – Inglaterra.

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Mindfulness para a Saúde – método Breathworks-Respiravida

On-line – via Zoom (o link será enviado para o e-mail informado na inscrição)
FEVEREIRO 2021 – Dias 4, 11, 18 e 25/2 – das 18h30 as 21h00
MARÇO 2021 4, 11, 18 e 25 – das 18h30 as 21h00

  • 8 encontros semanais de 2,5 horas cada – carga total de 20 horas
  • Treinamentos de práticas diversas
  • Disponibilização de áudios com meditações guiadas
  • Proporciona o aprendizado dos princípios do Mindfulness e sua prática no dia a dia.

[/vc_column_text][/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-street-view” add_icon=”true” title=”Consultoria” tab_id=”1607427055344-f72e5e5d-e918″][vc_column_text]Desenvolvemos estratégias em conjunto com sua empresa ou escola, para a criação de uma cultura mindful no ambiente de trabalho. Esta ação visa aumentar o interesse e engajamento das pessoas em cultivar um estilo de vida mais saudável, ampliando estratégias de manejo do estresse e aumentando o bem-estar.

Estas ações podem ser desenvolvidas por meio de mídias, intranet, cartazes, marketing, vídeos institucionais ou outros, de acordo com as possibilidades e cultura da empresa.[/vc_column_text][/vc_tta_section][/vc_tta_tabs][vc_separator color=”orange” style=”dotted” border_width=”5″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_wp_text title=”Palestra Gratuita Mindfulness”]

INSCRIÇÃO

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